Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

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Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  PRod em Ter Out 14, 2014 2:55 am

Boa noite pessoal do Forum,

Sou novo aqui, fiquei fascinado como todos os meus problemas podem estar atrelados ao uso excessivo de pornografia e como há muitas pessoas que os mesmos problemas que eu, por isso estou motivado a começar o testes dos 90 dias sem PMO.

Uma duvida que eu tenho, por exemplo, eu gosto de assistir o seriado Californication, que não é pornográfico, porém em todos os episódios aparece pelo menos um peito de mulher, isso é algo que possa interferir no meu tratamento?

Desculpa essa pergunta "leiga", é que comecei hoje o tratamento e estou muito motivado!
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  mojo99 em Ter Out 14, 2014 7:28 am

Amigo, também sou novo aqui e comecei o reboot há pouco. Minha opinião: se esse programa te faz ficar ansioso com relação ao seu vício, não assista. Pelo menos não no começo da recuperação.

Particularmente, desativei o facebook, deixei de acessar sites como o ego e ver programas cheios de gostosas como Pânico. Me conheço e sei que fraquejarei diante de tais gatilhos.

O importante é você se auto-conhecer e ver o que funciona ou não para ti. Também não tente fazer disso uma paranóia, sair correndo toda vez que aparecer um peitinho na tv, rs.
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  Fênix em Ter Out 14, 2014 10:02 am

E aí amigo, primeiramente seja muito bem vindo ao fórum, dificilmente a pessoa que começa o reboot consegue realizá-lo logo na primeira tentativa, se acontecerem recaídas não desista, se cair mil vezes, levante-se mil vezes e corra atrás do seu objetivo, quanto a sua dúvida eu particularmente não vejo nada demais assistir a programas não pornográficos, até porque hj em dia, vários programas, seriados e filmes acabam tendo alguma nudez, então se vc for querer fugir disso, vc praticamente vai ter que parar de ver tv, parar de ir ao cinema, ler revistas semanais, enfim, o importante é vc ser firme na sua decisão, viva a vida, querendo ou não vc vai acabar se deparando com alguma imagem ou cena sensual, não adianta querer fugir, cabe a vc não deixar q isso o faça cair no vício da PMO, sem neuras... Vc vai conseguir, um abraço!

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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  Espírito Azul em Ter Out 14, 2014 8:07 pm

Amigo eu sugiro que os 30 primeiro dias você não veja nada que faça buscar, nada que faça se cérebro criar uma conexão com a PMO. Por exemplo; Banner e propagandas não precisa falar todo um contexto porém passam a msg. Ao estilo compre Batom.... Antes de iniciar um reboot serio ja cai um trilhao de vezes.

Outro dia estava vendo um programa de auditório e estava uma Atriz de filmes. Era 15h da tarde de um sábado.
eu não esperava por ve-la ali. No mesmo dia não aguentei, fui pesquisar sobre ela na net e vc já sabe o que aconteceu. =x

Sugiro que atinte qualquer cena que provoque sensações estimulantes, até cenas de beijos picantes.
estou no meu dia 16 e estou sentindo que dessa vezes será para sempre.

Uso a internet somente com objetivo certo e saiu rapidamente. não posso dar bobeira....o cérebro tem um poder de convencimento fortíssimo. heheheh.

A TV de hoje é muito P. acredito que posso atrapalhar no inicio do reboot. Eu ficaria somente com livros em meus primeiros 30 dias... aos pouco vc vai se limpar de toda pornografia da sua mente.

Eu mesmo estava com dificuldade de andar nas ruas semana passada. nao poderia ver uma menina + ou-
já imaginava coisa pesadas, olhava para as partes e tudo mais.

Hoje no meu dia 16 estou mais tranquilo.

Minha sugestão fique limpo por 30 dias. depois veja essas cenas que mostra peito.

Abraço, espero ajudar.
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  new em Qua Out 15, 2014 7:32 am

Tenha em mente que são gatilhos. Na minha opinião, 30 dias não são suficientes, e sim os 90 completos. Quando fiquei os 90 dias sem PMO, não acessa nenhum site que soubesse que iria ter gatilhos. Assim é a vida, fazer o quê? Ativei meu facebook, mas é um mar de gatilhos tão grande que em seguida o desativei pois sabia o resultado que teria. Iria ter uma recaída, e isso era muito claro para mim naquele instante tanto que fiquei até nervoso. Claro que nossa rotina tem que se habituar, por ex.: hoje mexo no computador o necessário e fico pensando COMO, e o que RAIOS ficava eu fazendo na frente da internet 6, 8 horas por dia.

Depois do reboot creio que tudo se acalmará. Você verá uns peitos, algumas cenas de transa mas num contexto, me entende? Numa história, seja qual for ela, o que não pode acontecer é você procurar ver o filme ou programa só por causa dessas cenas. Enfim... acho que nos primeiros 90 dias é melhor evitar.
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  Tupã em Qui Out 16, 2014 2:08 pm

PRod, seja muito bem-vindo ao fórum! Sinta-se à vontade para expor suas dúvidas e dividir conosco suas experiências.

Assim como outros companheiros, tive algumas recaídas a partir do momento em que decidi que PMO era um problema maior a ser tratado. Via muitas sugestões, entre as quais cito o post do Magrão (http://apoio.forumais.com/t21-como-chegar-aos-30-dias-sem-pmo). Porém, pensava: "ah, não é preciso tanto; tenho força de vontade suficiente. Bloqueadores? Ah, isso é exagero". Na medida em que as recaídas se sucederam (veja que ingressei no fórum em maio/2014 e estou há 9 dias sem PMO), me vi obrigado a me submeter as orientações daqueles que conseguiram alcançar a importante meta dos 90 dias. Especificamente em relação a bloqueadores, noto que muitos companheiros só se renderam ao uso de aplicativos após tentativas infrutíferas sem eles.

No tocante aos filmes "não pornográficos", penso que quanto mais afastado do PMO estiver melhor. Ocorre que o vício "come pelas beiradas", ou seja, vai minando suas energias por caminhos inofensivos, até que você esteja frágil o suficiente para recair em PMO. Através deste trecho, publicado em outro tópico, em que explico parte de minhas experiências em recaída, dá pra ter uma noção do que falo:

Tupã escreveu: (...) Desde o momento em que decidi que a pornografia era um problema maior em minha vida, sofri diversas recaídas. Duas, contudo, marcaram-me pela trajetória. A primeira sobre a qual quero falar ocorreu assim. Após sair de uma reunião (frequento uma irmandade de 12 passos para tratar outro vício), fiquei conversando com um companheiro a respeito de pensamentos insanos, violentos e tal. Ao chegar em casa, comecei a buscar material (documentários, relatos, entrevistas) sobre serial killers. Acontece que, normalmente, o comportamento dos psicopatas passa pela distorção sexual, ou seja, os sofrimentos infligidos às vítimas perpassam pela perversão sexual. Vejam bem. Até então, eu estava "inocentemente" procurando material sobre psicopatas. Contudo, se pudesse fazer um exercício de total honestidade, sabia que algum conteúdo sexual haveria nesse material.

Pois bem. Fui buscar listas de "filmes bizarros", entre os quais - adivinhem vocês - os que tangenciavam o comportamento sexual. Ali foi o início do fim. Havia ficado tão excitado com as loucuras às quais assisti, que em pouco tempo estava eu de volta à pornografia. Esse processo durou a noite de sexta-feira e a tarde de sábado.

A segunda recaída, que me deixou boquiaberto pelo caminho que adotei para me reaproximar da pornografia, se deu da seguinte forma. Estava enlouquecido, tarado ao ver as mulheres na rua. O primeiro olhar era direcionado às partes íntimas e, só após analisá-las bem, passava a observar a mulher como um todo. Posso dizer, sem medo de errar, que se iniciava uma crise de abstinência. Ao chegar em casa, me convenci de que precisava transar com alguém. Passei a procurar sites de prostituição (desta vez, mais de mulheres que de travestis). Como "merecia comer uma mulher espetacular" - já que não estava me masturbando há vinte e poucos dias (na época) -, busquei agências de prostituição das mais caras. Resultado: eu que já estava sentindo um desejo enlouquecedor, fiquei mais ensandecido com as fotos daquelas mulheres. Aqui quero ressaltar a desculpa que contei pra mim: "Tupã, você está vendo essas fotos porque quer comer uma mulher super gostosa, e não porque quer ver pornografia. Caramba, é importante você se reaproximar de mulheres da vida real! Faz parte do reboot!!!!". Por fim, cheguei à seguinte conclusão: "Tupã, porra, você vai gastar R$500,00 pra ficar uma hora com uma mulher? Vai mesmo gastar isso tudo numa hora só?". Daí, eu, no melhor da minha "sanidade de pornólatra", concluí que era melhor me masturbar do que gastar a tal grana.

Observem todo o caminho que percorri, enfraquecendo-me, até que, absolutamente tomado pelo vício, não mais aguentei e recaí.

Por que contei essa experiência? Pra demonstrar que o fim último da busca por qualquer estimulo sexual fantasioso em um viciado em pornografia é recair na pornografia. Assim como em outros vícios químicos, "a doença vem comendo pelas beiradas". Eu, envolvido com o processo de reboot, me convenceria simplesmente a consumir pornografia? Assim, de maneira direta? Não!! O vício/doença primeiro precisa me enfraquecer! E como faz isso? Deixando-me permissivo em olhar (fantasiosamente) as partes íntimas de todas as mulheres que passam por mim, sob a justificativa de que "preciso me reaproximar das mulheres"; buscando a prostituta ideal pra reativar meus estímulos neurais, conforme reza o processo do reboot; etc. Notem isto: em nenhum momento houve uma aproximação real a uma mulher. Não ficava olhando as mulheres na rua com o intuito de chegar nelas. Era tudo fantasia, pensamento, irrealidades... Porém, eram justificativas/racionalizações mais que plausíveis!!!! Fui me enfraquecendo, enfraquecendo, enfraquecendo, até o amargo fim.

Por derradeiro, quero relatar uma última experiência, que ocorreu ontem. Recebi, via zapzap, uma relação de "selfies" eróticos de famosas internacionais. Pensei: "se eu perder a chance de vê-las agora, certamente retirarão as fotos do site. E eu não procurarei tais fotos posteriormente, uma vez que estou decidido a não ver mais pornografia!! Estou sério no reboot!!! Portanto, preciso vê-las agora. Melhor ver somente essas agora, do que ter de procurá-las depois e correr o risco de desaguar na pornografia!" Ahahahahaha... notem que pensamento doentio!!! O tempo todo quero me boicotar! É incrível as maneiras que tento me convencer a me aproximar "só um pouquinho" de qualquer coisa de cunho sexual.

O grau de vício em que cheguei fez com que sequer esboçasse uma ereção com esse material. O risco está na possibilidade de esse material me levar a outro, que me leva a outro, que me leva a outro... Como visto pelas experiências de recaída que relatei, se continuar me permitindo ver essas coisas, sabemos que a recaída será questão de tempo. Por essa razão, embora tenha visto as tais fotos, preciso dizer a vocês que o fiz, especialmente para desarmar as armadilhas que monto contra mim. (...)

Assim, da mesma forma que é sugerido aos membros que ingressam em A.A. que não vão a lugares nos quais há bebidas - o que é flexibilizado (e não aniquilado) na medida em que o tempo de sobriedade aumenta -, imagino que qualquer coisa que sirva como gatilho deva ser evitada.

Essa é a minha experiência.

Forte abraço!

"É difícil combater um inimigo que tem postos avançados dentro da mente." - Sally Kempton
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  PRod em Sab Out 18, 2014 8:35 pm

Entendi, muito obrigado pelas respostas e experiências compartilhadas, sinceramente pensei que ninguém ia me responder.

Hoje estou no meu quinto dia e confesso que assisti alguns episódios desse seriado e consegui segurar a barra bem, mas uma coisa que fico pensativo é o fato de que, não são os peitos o problema e sim as fantasias criadas pela minha cabeça né? e como isso pode afetar no meu reboot.

Uma coisa que preciso compartilhar com vocês, é sobre o assunto "reaproximação com as mulheres", ja faz 1 ano e meio que não transo com nenhuma garota. Sábado passado (antes de começar meu reboot) eu acabei ficando com uma amiga minha que eu acho bem interessante por sinal, estávamos só nos beijando e não tive nenhuma ereção! mas foi legal e ficamos de nos ver novamente. Hoje, uma semana depois, ela tinha me dito que estaria sozinha em casa, acredito que jogou essa indireta pra mim, pra ver qual seria a minha reação. O fato de desperdiçar a chance de transar com ela (e talvez não ter outra chance novamente) me deixa louco, mas ainda assim eu não consigo ter auto-estima o suficiente pra chegar la e fazer o meu "trabalho" bem feito (até porque a ultima vez que ficamos, nem tive ereções né?). É isso, gostaria de saber a opinião de vocês sobre, cogitei comprar um "azulzinho" só por hoje, mas tenho medo de sair de um vicio e entrar em outro! tendo em vista que tenho 21 anos e não preciso depender dessas drogas pra "trepa".

OBS: acredito estar passando pela fase chamada "flatline", meu pinto parece estar meio triste com a vida dele.
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Viagra não adianta

Mensagem  projeto renascimento em Seg Out 20, 2014 10:54 am

PRod escreveu:Entendi, muito obrigado pelas respostas e experiências compartilhadas, sinceramente pensei que ninguém ia me responder.

Hoje estou no meu quinto dia e confesso que assisti alguns episódios desse seriado e consegui segurar a barra bem, mas uma coisa que fico pensativo é o fato de que, não são os peitos o problema e sim as fantasias criadas pela minha cabeça né? e como isso pode afetar no meu reboot.

Uma coisa que preciso compartilhar com vocês, é sobre o assunto "reaproximação com as mulheres", ja faz 1 ano e meio que não transo com nenhuma garota. Sábado passado (antes de começar meu reboot) eu acabei ficando com uma amiga minha que eu acho bem interessante por sinal, estávamos só nos beijando e não tive nenhuma ereção! mas foi legal e ficamos de nos ver novamente. Hoje, uma semana depois, ela tinha me dito que estaria sozinha em casa, acredito que jogou essa indireta pra mim, pra ver qual seria a minha reação. O fato de desperdiçar a chance de transar com ela (e talvez não ter outra chance novamente) me deixa louco, mas ainda assim eu não consigo ter auto-estima o suficiente pra chegar la e fazer o meu "trabalho" bem feito (até porque a ultima vez que ficamos, nem tive ereções né?). É isso, gostaria de saber a opinião de vocês sobre, cogitei comprar um "azulzinho" só por hoje, mas tenho medo de sair de um vicio e entrar em outro! tendo em vista que tenho 21 anos e não preciso depender dessas drogas pra "trepa".

OBS: acredito estar passando pela fase chamada "flatline", meu pinto parece estar meio triste com a vida dele.

Olá. Se você tem disfunção erétil por causa de pornografia o viagra não vai adiantar. Eu digo isso por experiência própria. Para que o viagra funcione é preciso q exista estimulo sexual. Como somos viciados em PMO o estimulo precisa ser muito forte, ou seja: estimulo pornográfico (videos hardcore). Quando eu tomei o azulzinho minha ereção durou pouco tempo e meu pênis estava insensível. Realmente não compensa.

E sobre series de TV com cenas de nudez.
Acho que se você sentir vontade de se masturbar quando assiste é melhor não ver mais, caso contrário, assista. Mas no começo o melhor é evitar mesmo. Abraços.
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

Mensagem  Espírito Azul em Seg Out 27, 2014 3:28 pm

Galera ontem vi um pedaço de Panico na Band e fiquei pensando naquelas gurias.
Isso é o inicio de uma recaída?
Devo parar ou é normal? =S
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Re: Assistir programas de TV (não-pornográficos) pode afetar no meu tratamento?

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